Blog Boteco da poesia


27/12/2009


Silenciosamente
(Para o meu neto Dylan DeAngelus)

Ele é feito de silêncio...
Farta dor raro riso,
em sua alma não contemplo
inferno, gozo ou compromisso.
Deus de estranho humor,
- aceitar é o que eu preciso -,
deu-me a riqueza de maior valor
e junto com ela o autismo.
Não escrevo com rancor,
é só pra dar voz ao mutismo,
com sombras em lápis de cor
estendo ao céu seu frágil grito.
 
Meriam Lazaro 
Nota: Poesia publicada com a devida autorização e, igualmente, na escrivaninha da poetisa, no Recanto das Letras, T1994298, no último dia 24.
Chicago, 27.12.09 
Todos os direitos reservados.
Imagem Extraída do Google norte-americano. 

 

 

Escrito por Mariza Brasil às 12h53
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